Bem Vindo ao Beco dos Poetas á Sua Rede Social Literária

Biografia
Elizaete Ribeiro. Poetisa e Contista. Nasceu na cidade de Açailândia - Maranhão, em 14 de abril de 1979. Residente em São Paulo, Capital desde 2002. Acadêmica do Curso de Letras e Estudante de Música. Publicou nas Antologias de Poemas: Ecos da Alma e O Segredo da Crisálida (Editora Andross); na 5ª Antologia de Poemas Lembranças ao Vento e I Seletiva - Amor à Poesia (Beco dos Poetas & Escritores); e na Antologia WAF 2011 (Editora Corpos, Porto - Portugal). Primeira publicação solo: A Sombra do Coração, também pela Editora Corpos, Porto - Portugal.
Contato com a autora:
Twitter: @Elizinhab612
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Comentário de Renato Moraes em 4 março 2012 às 19:21 O verdadeiro amor, não importando qual forma de amor, é o sentimento, o único sentimento que pode levar toda uma humanidade a total conexão com a natureza, a total e verdadeira paz interior consigo mesmo e com o próximo.
O mar e Eu
Observando ao longo do mar
na solidão do entardecer
vi crescer entre as ondas
o navio das ilusões...
De pronto embarquei
Comentário de Renato Moraes em 24 janeiro 2012 às 20:59 Quando a luz se apaga, acende-se a luz que apenas se sente entre nós dois, a do amor...
Comentário de jose carlos tavares em 8 outubro 2011 às 15:08
Tentei dar-te uma rosaporem voce a recusou insisti em tom de prosa e voce relutou mas a rosa nao muchou ela tornou como voce uma PERFUMADA ROSA.. jc...
Comentário de Alberto Ativista em 25 setembro 2011 às 17:03
Comentário de Elizaete Ribeiro em 22 setembro 2011 às 18:50
Comentário de Fátima Batista em 26 agosto 2011 às 7:04 Mudança
Mude de ar
mude de terra
mude de vida
só não mude a crença
que se pode ser feliz!
Comentário de Shirley Cristina M. de Oliveira em 13 agosto 2011 às 22:49 Síndrome de Peter Pan
Nas manhãs prateadas de minha infância,
Enquanto os pássaros cantavam celebrando a vida,
O tempo passava... Não devia!
Passava sem se importar comigo!
Enquanto as flores desabrochavam para um novo dia,
O tempo passava... Não devia!
... sem se importar comigo!
Aquelas manhãs prateadas aqueciam meu coração infantil...
Mas o tempo passava... Não devia! Não devia!
... sem se importar comigo!
Ignorando os apelos do meu estar
O tempo levou para muito longe, as manhãs prateadas!
Restou-me o por do sol... Um por de sol sombrio...
Quando percebi... O tempo havia passado a infância não existia mais,
A noite chegou trazendo a lua e suas fases,
A vida e suas faces...
Shirley Cristina
Comentário de Donizete Alves em 11 agosto 2011 às 9:22 Miguel, parabéns pelo poema AMOR.
Um GRANDE abraço e muita paz!

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Sem sol lá fora, chove Aqui dentro, tão frio O que será, onde está Porque, eu não vejo você Vejo lá fora meu rosto Nesse tempo, nostálgico E como uma rosa, em risco Perdendo suas pétala Fui perdendo você, sem pensar Por um mal de amor, o seu bem me quer
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