Rede Social Literária dedicada a divulgação de poesia e arte escrita
Há um ruído estranho
Na escuridão da noite
Há uma pancada forte que bate no meu corpo
E desaparece através do espelho do guarda fato
Há um ruído estranho
Na escuridão da noite
Um pêndulo suspenso no teto…
Esconde-se no espelho do guarda fato
E bate no meu corpo
Uma pancada seca
Misturada em silêncios de rosa
Há um barulho estranho
Na escuridão da noite…
Uma nuvem que desce e…
Leia MaisAdicionado por Francisco Luís R. Fontinha em 31 outubro 2011 às 21:50 — Sem comentários
Perguntavam-lhe – Menino
O que queres ser quando fores grande?
Ele encolhia os ombros,
Olhava indiferente o sorriso das mangueiras
E no céu de Luanda
Alguém escrevia pela calada da noite…
- Miserável!
E o menino respondia,
- Quando for grande quero ser miserável
E viver na rua,
E abraçar-me ao candeeiro
Plantado no centro do passeio,
- Quando for grande
Quero ser o candeeiro…
Leia MaisAdicionado por Francisco Luís R. Fontinha em 31 outubro 2011 às 20:05 — Sem comentários
Dualidade
Ah, de simples nada tenho.
Dentro tem duas...
uma forte_contundente
Outra fraca_carente
Uma luta,
Quero ser apenas uma.
A doce_sensível
Compreensiva,
Tento...
Não consigo,
Não posso,
Não ligo!
Sigo___________
Elizabeth Oliveira
Adicionado por Elizabeth Oliveira em 31 outubro 2011 às 19:26 — Sem comentários
Desejo
Adicionado por Elizabeth Oliveira em 31 outubro 2011 às 19:24 — Sem comentários
Espero enquanto a noite se esconde
Dentro do meu esqueleto
E nem uma simples sombra me abraça
Ou se deita na minha mão,
Espero,
E a noite longínqua dos meus lábios
No miolo dos meus ossos
Evapora-se sem me avisar,
Sem me abraçar,
Espero enquanto a noite se esconde
E dentro do meu esqueleto
A dor
Mergulhada na solidão que não termina,
Acaba a noite…
E começa a…
Leia MaisAdicionado por Francisco Luís R. Fontinha em 31 outubro 2011 às 19:18 — Sem comentários
Ui_
Adicionado por Elizabeth Oliveira em 31 outubro 2011 às 19:16 — Sem comentários
Não, não estou louco,
E querem fazer de mim louco,
Fecharem-me dentro de um aquário
Emerso em acetona,
Louco, eu?
Porquê louco?
Escrevem nas paredes do meu quarto
Frases do tipo…
“Hoje é terça-feira” e tenho a plena certeza que é segunda-feira,
Ou que “hoje é dia 28 de outubro”…
E fui ao calendário pendurado na parede da cozinha,
E lá estava, hoje é dia 31 de Outubro de 2011…
E de…
Leia MaisAdicionado por Francisco Luís R. Fontinha em 31 outubro 2011 às 18:22 — Sem comentários
Gerações Adormecidas
Nos longes da Terra há uma essência infinita,
Região donde se percebe a beleza incomum do universo,
Miríades de astros que iluminam corações indigestos
Choram a promiscuidade do homem e sua desdita.
Nos longes da decência há labirintos obscuros e pantanosos
Que trapaceiam a ingenuidade em pontos extremos,
Vales alagadiços de corrupção sugam desequilibrados terrenos
Onde a honra dormita solitária dos padrões…
Leia MaisAdicionado por Ivan de Oliveira Melo em 31 outubro 2011 às 17:48 — Sem comentários
ESPEREI ALGUM TEMPO
Meu amor...
Esperei algum tempo,
Para falar com todo o meu coração !
... Ensaiava palavras,
Improvisava frases...
Até que chegou esse dia, sem aviso !
Mostrando com clareza o meu amor...
Gritei aos ventos,
Falei ao mundo,
O que te sempre quis dizer...
Eu te amo !
Eu queria te dizer muitas coisas,
Mas só sei da certeza de te amar
Muito mais do que eu pensava
Que te ia amar um dia !
JORGE BRITES
Partilhando o meu…
Adicionado por Jorge Brites em 31 outubro 2011 às 17:26 — Sem comentários
Excelente recepção...
Caros amigos do Beco dos Poetas,
Agradeço imensamente pela recepção calorosa e pelos inúmeros toques sobre as muitas ofertas do blog e seus parceiros.
Tenho certeza que será uma duradoura relação.
Deixo a todos um convite ao blog
http://palavrasdeontem.blogspot.com/
Atenciosamente,
J.Mattos
Adicionado por José Mattos Neto em 31 outubro 2011 às 17:21 — Sem comentários

Adicionado por Denise de Souza Severgnini em 31 outubro 2011 às 16:40 — Sem comentários

Adicionado por Denise de Souza Severgnini em 31 outubro 2011 às 16:39 — 1 Comentário
Sentir as tuas palavras contra o meu peito, apago a luz e seguro a tua mão entre as algas do desejo, e o mar de AL Berto entra-nos pela janela… e do poema um beijo crucifixa-se nos teus lábios, abre os braços pregados à cruz da tua boca e sorri às encostas do prazer,
E desce lentamente sobre nós como o rio que corre livremente para o mar das tuas coxas…
E a tua mão segura-me e não me deixa cair, e a tua mão segura-me e não me deixa vacilar, desistir… e a tua mão poisa no meu…
Leia MaisAdicionado por Francisco Luís R. Fontinha em 31 outubro 2011 às 16:29 — Sem comentários
Tímida
Adicionado por Elizabeth Oliveira em 31 outubro 2011 às 16:00 — 2 Comentários
Hoje acordei
Amarrotado como uma folha de papel
Cruzei os braços e abracei o meu corpo…
Desilusão,
Hoje,
Hoje não tinha corpo,
Hoje,
Apenas uma sombra deitada nos lençóis da manhã,
E escrevi
Na folha de papel amarrotado
Em que se transformou o meu corpo,
- Vou desistir de sonhar!
Hoje acordei
Amarrotado como uma folha de papel,
Hoje sou um rio cansado
Escondido…
Leia MaisAdicionado por Francisco Luís R. Fontinha em 31 outubro 2011 às 14:53 — 2 Comentários
Leia http://escritoseparalelepipedos.blogspot.com/
Adicionado por Tiago Rodrigues em 31 outubro 2011 às 14:47 — Sem comentários
O GEMIDO DE UMA RAÇA
O GEMIDO DE UMA RAÇA
“Ode Tragicômica da Exploração Material e Intelectual Indígena”
(Sandro Doraciotto)
Adicionado por Sandro Doraciotto em 31 outubro 2011 às 12:56 — Sem comentários
TRAVESSIA...
Travessia...
Estou prestes a morrer e não pronto!
Tudo o que me definia como ser,
Não basta para entender-me neste momento...
Duro é saber, que muito do meu esforço,
Foi tão pouco... O que me assusta e causa espanto!
Não consegui ater-me ás minhas próprias crenças...
Ao modo auto imposto de como viver!
Os passos no caminho trouxeram as tais diferenças...
- Desejar é bem diferente de ter!
Neste momento não tenho…
Leia MaisAdicionado por EDVALDO ROSA em 31 outubro 2011 às 12:39 — 1 Comentário
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