Por: Emerson Francisco


Não levanto um dedo para ti,
Mas protesto por sua beleza infundada.
Guiando através de senso e sons,
Olhando sem certeza.
Que beleza e magnitude,
Que compreensão com a fixação.
Sabe da insegurança do seu esmalte,
Do luxo dos seus gestos.
E do poder dos seus aromas,
Da lentidão dos seus passos.
Que cuidado com seus cabelos,
Que preocupação com seus dedos.
E inteligência em entender,
Quando assisti um romance,
Quando lê um suspense.
Sua vida é tão magistral,
E seu amor tão verdadeiro,
Que entender apaga a magia.


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